martes, 2 de enero de 2018

Cansado caminhante


Nada sei nem saberei
do paradeiro da alma:
se por fim a encontrarei?
se tornará em noite calma?

Houve um tempo que sentia,
em sonhos que imaginava,
cheios de encanto e poesia,
que no meu peito morava.

Mas o sonho terminou
e apenas fica o luar:
o que outrora iluminou
as profundezas do mar.

Resplendor que vejo ainda
na miragem deslumbrante
daquela ilusão tal linda
do cansado caminhante.

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